Desde de
Treino
Terças e Sextas 19h-21h e Domingo 16h-18h
Roda de conversa
Roda
Última sexta do mês 19h-21h
Sobre o núcleo
Nzinga Marburg: Onde a Capoeira Angola ecoa no coração da Europa
Foi em 2005 que os tambores da ancestralidade africana encontraram eco em Marburg, Alemanha. Nascia ali o primeiro núcleo europeu do Grupo de Capoeira Angola Nzinga, fruto das viagens da Mestra Janja ao país, convidada para compartilhar sua sabedoria em oficinas realizadas em Berlim, Colônia e Marburg.
O que começou com encontros e trocas, cresceu em raízes profundas. Desde então, os(as) capoeiristas de Marburg mantêm uma conexão viva com os grupos Nzinga no Brasil, especialmente em Salvador e São Paulo, fortalecendo um elo cultural que ultrapassa continentes.
A cada ano, o Nzinga Marburg organiza workshops com mestres e mestras do grupo, reafirmando o compromisso com a formação contínua, a resistência e a valorização da herança afro-brasileira.
Eventos marcantes já passaram pela cidade, como:
10 anos do Nzinga Marburg (2015)
A Chamade de Mulher VIII (2018)
Capoeira e Resistência (2019)
Resistência e Dedicação (2022)
Treinamento Intensivo com Treinel Lucas (2023) – cinco semanas de aprendizado e imersão com o Nzinga Salvador
Hoje, quem conduz os treinos em Marburg são o Contramestre Heiko, os Treinéis Thomas, Gundi e Fernanda. As aulas são inclusivas, abertas a todas as idades, corpos e experiências. Aqui, ninguém precisa “saber” capoeira para começar — basta vontade de aprender, trocar e se mover com o coletivo.
O Nzinga Marburg não é apenas um grupo: é território de acolhimento, memória e força. Um espaço onde a Capoeira Angola pulsa, canta e gira — em roda, em corpo, em comunidade.




















Outras atividades
Roda de conversa
A Roda de Conversa acontece uma vez por mês durante o horário de treino. Nosso objetivo é aprender e desenvolver uma maior consciência sobre como e onde atuam diferentes formas de discriminação, como o racismo, o sexismo, o capacitismo, entre outras. Queremos evitar reproduzir essas estruturas e aprender a agir como aliadxs das pessoas que são afetadas por discriminações – tanto dentro quanto fora do nosso grupo.
Para isso, lemos o livro exit RACISM, de Tupoka Ogette, refletimos criticamente sobre o colonialismo, assistimos a filmes e compartilhamos experiências e conhecimentos sobre o tema. Quando necessário, convidamos também palestrantes externxs ou organizamos oficinas relacionadas.
Ainda temos muitas perguntas em aberto, como por exemplo:
Como lidamos com discriminações ou situações difíceis dentro do nosso grupo?
Como podemos criar um espaço em que seja possível falar sobre isso de forma aberta e respeitosa?
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